Jorge Borges

A farsa da IA que sonha

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Sinopsis

Há poucas semanas, a Anthropic — empresa criadora do assistente de IA Claude — anunciou uma nova funcionalidade chamada dreaming, ou seja, "sonhar". A ideia é que os agentes de IA possam rever sessões anteriores durante os períodos de inatividade, identificar padrões recorrentes e melhorar o seu desempenho de forma autónoma, como se estivessem, precisamente, a sonhar com o trabalho do dia. O anúncio foi feito na conferência Code with Claude, em São Francisco, e rapidamente gerou debate — não tanto pela tecnologia em si, que é genuinamente interessante, mas pela escolha da linguagem.Sonhar. Não processar. Não otimizar. Sonhar.